segunda-feira, 22 de março de 2010

Uma Parte da História da Assembleia de Deus

A maior igreja pentecostal de todos os tempos foi fundada a 18 de junho de 1911 na cidade brasileira de Belém, capital do estado do Pará. Toda a sua história está marcada por fatos sobrenaturais, acontecimentos evidenciadores da presença do Espírito Santo, o que a coloca como fiel e digna sucessora da igreja nascida no Dia do Pentecoste.
Os missionários Daniel Berg e Gunnar Vingren, este ex-pastor da Swedish Baptist Church, (Igreja Batista Sueca), de Menominee, Michigan, EUA, foram os apóstolos tomados por Deus para o lançamento das primeiras sementes, o Senhor os aproximou por ocasião de uma convençáo de igrejas batistas reavivadas, em Chicago, quando sentiram o chamado para terras distantes. Em mensagem profética, o Senhor lhes falou, mais tarde, na cidade de South Bend, quando pela primeira vez ouviram o nome "Pará". Consultaram um mapa e souberam, então, que se tratava de uma "Província" (estado) do Brasil. Empreenderam uma jornada em que muitos acontecimentos surpreendentes se verificaram, constituindo todos eles evidentes provas de que Deus lhes testava a fé. A 5 de novembro de 1910, os dois suecos deixavam Nova lorque, a bordo do navio "Clement", oportunidade em que promoveram a evangelização dos tripulantes e passageiros, registrando-se algumas decisões para Cristo. A chegada a Belém do Pará deu-se a 19 de novembro.
Alojados no porão da Igreja Batista, na rua Balby n.0 406, permaneciam muitas horas em orações, suas vidas no altar de Deus. E, tão logo começaram a falar em língua portuguesa, iniciaram trabalho evangelístico, enquanto doutrinavam a respeito do batismo como Espírito Santo. Na pequena igreja opunham-se alguns com grande resistência, aos ensinos dos dois missionários.
A 8 de junho de 1911, Celina Albuquerque recebia o batismo com o Espírito Santo e, no dia seguinte Maria Nazaré, sua irmã, tinha a mesma experiência espiritual. Juntamente com elas, outros membros e congregados foram expulsos do templo e organizavam, a 18 de junho de 1911, na residência de Henrique Albuquerque, no bairro da Cidade Velha, Belém, a primeira igreja no mundo a adotar a denominação de Assembléia de Deus. Gunnar Vingren foi, então, aclamado pastor da igreja. Sucederam-no os pastores Samuel Nystron, Nels Julius Nelson, Francisco Pereira do Nascimento, José Pinto Menezes, Alcebíades Pereira Vasconcelos e Firmino Assunção Gouveia.


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segunda-feira, 1 de março de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ANGELOLOGIA - A DOUTRINA DOS ANJOS


ANGELOLOGIA - A DOUTRINA DOS ANJOS
01. INTRODUÇÃO
Os anjos estão sujeitos ao governo divino, e o importante papel que têm
desempenhado na história do homem, torna-os merecedores de referência
especial e de um estudo especial, pois, nas Escrituras, sua existência é sempre
considerada matéria pacífica. Desta forma, estaremos nos ocupando em
estudar a partir do presente estudo sobre os anjos, ministros de Deus (Hb
1.14).
02. DEFINIÇÃO DO TERMO "ANJO"
A palavra portuguesa anjo possui origem no latim angelus , que por sua
vez deriva-se do grego angelos. No idioma hebraico, temos malak. Seu
significado básico é "mensageiro" (para designar a idéia de ofício de
mensageiro). O grego clássico emprega o termo angelos para o mensageiro, o
embaixador em assuntos humanos, que fala e age no lugar daquele que o
enviou.
No AT, onde o termo malak ocorre 108 vezes, os anjos aparecem como
seres celestiais, membros da corte de Yahweh, que servem e louvam a Ele
(Ne 9:6; Jó 1:6), são espíritos ministradores (1Rs 19:5), transmitem a
vontade de Deus (Dn 8:16,17)), obedecem a vontade de Deus (Sl 103:20),
executam os propósitos de Deus (Nm 22:22), e celebram os louvores de
Deus (Jó 38:7; Sl 148:2).
No NT, onde a palavra angelos aparece por 175 vezes, os anjos aparecem
como representativos do mundo celestial e mensageiros de Deus. Funções
semelhantes às do AT são atribuídas a eles, tais como: servem e louvam a
Cristo (Fp 2:9-11; Hb 1:6), são espíritos ministradores (Lc 16:22; At 12:7-11;
Hb 1:7,14), transmitem a vontade de Cristo (Mt 2:13,20; At 8:26), obedecem
a vontade dEle (Mt 6:10), executam os Seus propósitos (Mt 13:39-42), e
celebram os louvores de Cristo (Lc 2:13,14). Ali, os anjos estão vinculados a
eventos especiais, tais como: a concepção de Cristo (Mt 1:20,21), Seu
nascimento (Lc 2:10-12), Sua ressurreição (Mt 28:5,7) e Sua ascensão e
Segunda Vinda (At 1:11).
O termo teológico apropriado para esse estudo que ora iniciamos é
Angelologia (do grego angelos, "anjo" e logia, "estudo", "dissertação").
Angelologia se constitui, portanto, de doutrina específica dentro do contexto
daquilo que denominados de Teologia Sistemática, a qual se ocupa em
estudar a existência, as características, natureza moral e atividades dos anjos.
Iniciaremos, portanto, pelo estudo da existência dos anjos.
03. SUA EXISTÊNCIA
Ao iniciarmos nosso estudo de Angelologia, faz-se necessário que
assentemos biblicamente a verdade da existência dos anjos.
A existência dos anjos, conforme veremos a partir de agora, é claramente
demonstrada pelo ensino, tanto do Antigo, quanto do Novo Testamento.
a) Estabelecida pelo Ensino do Antigo Testamento
São inúmeros os textos do AT que comprovam a realidade da existência
dos anjos. Queremos, no entanto, destacar apenas os que se seguem: Gn
32:1,2; Jz 6:11ss; 1Rs 19:5; Ne 9:6; Jó 1:6; 2:1; Sl 68:17; 91:11; 104:4; Is
6:2,3; Dn 8:15-17; Nos textos alistados anteriormente, vemos os anjos em
suas funções principais de servir e louvar a Yahweh, transmitir as mensagens
de Deus, obedecer Sua vontade, executar a vontade de Deus, e também como
guerreiros.
b) Estabelecida pelo Ensino do Novo Testamento
No contexto do NT, os anjos não são apresentados simplesmente como
"mensageiros de Deus", mas também como "ministros aos herdeiros da
salvação" (Hb 1:14). Outrossim, a existência dos anjos é apresentada de
maneira inequívoca no NT. Vejamos, por exemplo, os textos a seguir: Mt
13:39; 13:41; 18:10; 26:53; Mc 8:38; Lc 22:43; Jo 1:51; Ef 1:21; Cl 1:16;
2Ts 1:7; Hb 1:13,14; 12:22; 1Pe 3:22; 2Pe 2:11; Jd 9; Ap 12:7; 22:8,9.
04. O ARCANJO MIGUEL
Pretendemos a partir de agora estudar a respeito de cinco classes especiais
de anjos, a começar por Miguel, o Arcanjo.
No grego encontramos Michael, heb. mika'el . O nome Miguel significa
"quem é como El (Deus)?".
A tradição sobre a existência de arcanjos não fazia parte original da fé
judaica. Assim, na literatura bíblica, Miguel é introduzido em Dn 10:13,21 e
12:1 e reaparece no NT em Jd 9 e Ap 12:7. Embora algumas literaturas
tenham Gabriel como outro Arcanjo (totalizando sete na literatura apócrifa e
pseudepígrafa, onde quatro nomes são revelados: Miguel, Gabriel, Rafael e
Uriel), a Bíblia só revela a existência de um único Arcanjo, Miguel. Isto é
demonstrado pelo fato de que nas duas ocorrências da palavra grega
archangelos, "arcanjo", 1Ts 4:16 e Jd 9, o termo só aparece no singular,
ligado unicamente ao nome de Miguel, donde se conclui biblicamente que só
exista um anjo assim denominado Arcanjo, ou anjo-chefe, e que esse Arcanjo
chama-se Miguel.
O Miguel que se pode encontrar no NT, surge no AT apenas no livro de
Daniel. Como Gabriel, é um ser celestial. Tem, no entanto, responsabilidade
especiais como campeão de Israel contra o anjo rival dos persas (Dn
10:13,21), e ele comanda os exércitos celestiais contra todas as forças
sobrenaturais do mal na última grande batalha (Dn 12:1). Na literatura
judaica recente, bem como nos apócrifos e pseudepígrafos, o nome de Miguel
é apresentado como guardião militar e intercessor de Israel.
No NT, Miguel aparece apenas em duas ocasiões. Em Jd 9, há referência a
uma disputa entre Miguel e o diabo com respeito ao corpo de Moisés. Essa
passagem é bastante polêmica. Orígenes acreditava que isto estaria registrado
num apócrifo chamado de "Assunção de Moisés", mas a história não aparece
nos textos existentes, porém incompletos, desta obra. A literatura rabínica
posterior parece ter conhecimento desta história. O outro texto em que Miguel
aparece, é Ap 12:7, que retoma o tema de Dn 12:1, apresentando-se Miguel
como sendo o vencedor do dragão primordial, identificado como Satanás.
05. OS SERAFINS
O termo hebraico é saraph. Quanto à origem exata e a significação desse
termo, não existe concordância entre os eruditos. Provavelmente, deriva-se da
raiz hebraica saraph, cujo significado é "queimar", o que daria a idéia de que
os Serafins são anjos rebrilhantes, uma vez que essa raiz também pode
significar "consumir com fogo", mas também "rebrilhar" e "refletir".
A única menção a esses seres celestiais nas páginas das Escrituras
Sagradas fica no livro de Isaías (Is 6). Os serafins aparecem associados com
os Querubins na tarefa de resguardar o trono divino. Os seres vistos por Isaías
tinham forma humana, embora possuíssem seis asas (Is 6:2). Estavam postos
acima do trono de Deus (Is 6:2a), o que parece indicar que sejam líderes na
adoração ao Senhor. Uma dessas criaturas entoava um refrão que Isaías
registra nas palavras: "Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; a terra
inteira está cheia da Sua glória" (Is 6:3). Tão vigorosa era esta adoração, que
é dito que o limiar do Templo divino se abalava e o santo lugar ficava cheio de
fumaça.
Pelo que observamos no texto, parece que para Isaías os Serafins
constituíam uma ordem de seres angélicos responsáveis por certas funções de
vigilância e adoração. No entanto, parecem ser criaturas morais distintas, e
não apenas projeções da imaginação ou personificação de animais. Suas
qualidades morais eram empregadas exclusivamente no serviço de Deus.
06. OS QUERUBINS
No hebraico, temos keruhbim, plural de kerub. No grego cheroub.
Palavra de etimologia incerta.
No AT esses seres são apresentados como simbólicos e celestiais. No livro
de Gênesis, tinham a incumbência de guardar o caminho para a árvore da
vida, no jardim do Éden (Gn 3:24). Uma função semelhante foi credita aos dois
Querubins dourados, postos em cada extremidade do propiciatório (a tampa
que cobria a arca no santíssimo lugar - Êx 25:18-22; Cf Hb 9:5), onde
simbolicamente protegiam os objetos guardados na arca, e proviam, com
suas asas estendidas, um pedestal visível para o trono invisível de Yahweh
(veja Sl 80:1 e 99:1, para entender essa figura). No livro de Ezequiel (Ez 10),
o trono-carruagem de Deus, que continuava sustentado por Querubins,
tornava-se móvel. Também foram bordados Querubins nas cortinas e véus do
Tabernáculo, bem como estampados nas paredes do Templo (Êx 26:31; 2Cr
3:7).
Tem sido objeto de críticas acirradas, o fato de que os povos vizinhos de
Israel possuíam criaturas aladas simbólicas. Especialmente os heteus
popularizaram os grifos, uma criatura altamente complicada com corpo de
leão, cabeça e asas de águia e com a aparência geral semelhante à de uma
esfinge. Por estes motivos, alguns críticos têm conjeturado que Israel tenha
tomado esse costume por empréstimo desses povos vizinhos. No entanto, fica
bastante claro que a situação é inversa: os povos vizinhos é que deturparam a
simbologia israelita, adaptando-a as suas crendices. Exemplo disto, é a
conhecida "Epopéia de Gilgamesh", uma história babilônica do dilúvio,
obviamente tomada por empréstimo do relato bíblico.
07. O ANJO GABRIEL
O vocábulo hebraico Gabriel significa "homem de Deus" (heb. geber,
"varão" e El - forma abreviada de Elohim, "Deus").
No AT, Gabriel aparece apenas em Daniel, e ali como mensageiro celestial
que surge na forma de um homem (Dn 8:16; 9:21). Suas funções são: revelar
o futuro ao interpretar uma visão (Dn 8:17), e dar entendimento e sabedoria
ao próprio Daniel (Dn 9:22).
No NT, Gabriel surge somente na narrativa de Lucas que descreve o
nascimento de Cristo. Ali, ele é o mensageiro angelical que anuncia grandes
eventos: o nascimento de João (Lc 1:11-20) e de Jesus (Lc 1:26-38). Também
é apresentado como aquele que "assiste diante de Deus" (Lc 1:19). Destes
casos, conclui-se que Gabriel é o portador das grandes mensagens divinas aos
homens. Pode-se concluir, dizendo que na Bíblia, Gabriel é o "anjo
mensageiro" e Miguel o "anjo guerreiro".
08. O ANJO DO SENHOR
Outro ensino veterotestamentário de grande importância, que por sua vez
está estritamente relacionado com as Teofanias, são as aparições do Anjo do
Senhor. Optamos por estudar, separadamente, este assunto, em virtude de
sua importância crucial, uma vez que as aparições do Anjo do Senhor se
constituem em Teofanias, mas especificamente Teofanias onde as aparições de
Deus se davam de forma humana.
A expressão "Anjo do Senhor" ou sua variante "Anjo de Deus", se
encontram mais de cinqüenta vezes no AT. Portanto, é necessário algumas
considerações acerca desse personagem, que se reveste de grande
importância quando tratamos da possibilidade da Encarnação.
A primeira aparição bíblica do "Anjo do Senhor" foi no episódio de Agar, no
deserto (Gn 16:7). Outros acontecimentos incluíram pessoas como Abraão
(Gn 22:11,15), Jacó (Gn 31:11-13), Moisés (Êx 3:2), todos os israelitas
durante o Êxodo (Êx 14:19) e posteriormente em Boquim (Jz 2:1,4), Balaão
(Nm 22:22-36), Gideão (Jz 6:11), Davi (1Cr 21:16), entre outros.
A Bíblia nos informa que o Anjo do Senhor realizou várias tarefas
semelhantes às dos anjos, em geral. Às vezes, Suas aparições eram
simplesmente para trazer mensagens do Senhor Deus, como por exemplo em
Gn 22:15-18; 31:11-13. Em outras aparições, Ele fora enviado para suprir
necessidades (1Rs 19:5-7) ou para proteger o povo de Deus de perigos (Êx
14:19; Dn 6:22).
Com relação à identidade do Anjo do Senhor, os eruditos não são e nunca
foram unânimes. Entretanto, não há porque duvidar da antiquíssima
interpretação cristã de que, nesses casos acima citados, encontramos
manifestações preencarnadas da Segunda Pessoa da Trindade.
Desejamos, portanto, apresentar a seguir três argumentos bíblicos que
comprovam, indubitavelmente, que o Anjo do Senhor é Jesus Cristo antes de
encarnado.
Josué 5:14 - Quando o Anjo do Senhor apareceu a Josué, diz a Palavra do
Senhor que ele "...se prostrou sobre o seu rosto na terra, e O adorou, e disselhE:
Que diz meu Senhor ao seu servo?". Se o Anjo do Senhor não fosse o
próprio Senhor (ou melhor, o Senhor Jesus como Segunda Pessoa da
Trindade), o anjo (caso fosse simplesmente "um anjo") teria proibido a Josué
de adorá-lo, como ocorreu em Ap 19:10 e Ap 22:8,9.
Jz 13:18 - Embora concordemos com o fato de que existem controvérsias a
respeito desta passagem, reputamos a mesma como factual e elucidativa.
Quando Manoá, pergunta ao Anjo do Senhor, o Seu nome, Ele responde:
"...porque perguntas assim pelo meu nome, visto que é maravilhoso ?" Uma
comparação desta resposta com a passagem de Is 9:6, demonstra que o Anjo
do Senhor que apareceu a Manoá é o Menino que nos fora dado de Isaías. Isto
é, o Anjo do Senhor, cujo Nome é Maravilhoso (YHWH), é o próprio Senhor, e
ao mesmo tempo o Menino que nos fora dado.
A terceira prova escriturística que queremos apresentar, é que no contexto
neotestamentário, a Bíblia deixa de utilizar-se do termo "o Anjo do Senhor"
como pessoa específica. Isto é demonstrado pelo fato de que o artigo definido
masculino singular "o" deixa de ser utilizado, sendo substituído pelo artigo
indefinido "um". Alguns exemplos disto, são os textos de Lc 1:11; At 12:7 e At
12:23, dentre muitos outros. Infelizmente, nem todas as ocorrências de Anjo
do Senhor no NT, na versão ARC, se encontram com o artigo indefinido "um",
o que ocorre na versão ARA nos textos citados e em outros correlatos.
Esta substituição possui um grande significado. Isto é, no contexto do NT,
contemporâneo ou posterior à Encarnação, as manifestações angelicais não
eram do Anjo do Senhor, mas meramente de um de Seus anjos, pois o Anjo do
Senhor já havia sido manifestado na carne (1Tm 3:16).


09. BIBLIOGRAFIA
A BíBLIA SAGRADA. Edição Revista e Corrigida no Brasil. Rio de Janeiro,
Imprensa Bíblica Brasileira, 1994.
BANCROFT, Dr. Emery H. Teologia Elementar. Trad. João M. Bentes.3ª ed. SP,
Imprensa Batista Regular, 1986.
CHAMPLIN, Russel N. & BENTES, João Marques. Enciclopédia de Bíblia Teóloga
e Filosofia (6 volumes).São Paulo.
Associação Religiosa Editora e Distribuidora Candeia, 1991.
Compilação e responsabilidade:
Pr. LÁZARO SOARES DE ASSIS. PhD

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

ESTAMOS VOLTANDO...



Amados companheiros (as), alunos e alunas do Básico em Teologia, estamos retornando as aulas no dia 20 de Janeiro de 2010 (Quarta-feira) e 23 de Janeiro de 2010 (Sábado).
Iniciamos uma nova etapa nos estudos com novas expectativas. Novos alunos e mais um equipe abençoada para juntos aprendermos a palavra de Deus. Até mais...